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quarta-feira, 21 de julho de 2010

Adeus as caixas manuais

Imagem original: .lubes.

A tendência do mercado internacional de automóveis de uso geral é pela extinção do câmbio mecânico, que proporciona menor segurança e maior desgaste dos componentes dos veículos, principalmente pela diversidade nos modos de direcção dos usuários.
Essa tendência também se observa na medida em que novas tecnologias venham a substituir o componente tractor dos veículos (motor), actualmente a combustão interna, por motores eléctricos de alto rendimento. Diferentemente do motor à combustão, as tecnologias de chaveamento eléctrico conseguem fornecer ao motor eléctrico características de torque constante em quase todos os regimes de rotação. Logo, não existe a necessidade da caixa de transmissão; o próprio motor opera em uma única marcha em qualquer velocidade. (DRIVE)

Em relação as caixas automáticas, O Brasil está muito à frente de Portugal. O desenvolvimento e os conhecimentos obtidos sobre o assunto, deve-se à proximidade e à relação com o mercado Americano.
No inicio dos anos 70, havia muitos carros americanos no Brasil e nos anos 80 o Brasil exportou carros para o EUA, de acordo com as suas exigências, nas quais o câmbio automático. 
O texto original pode ser visto em. Wikipédia

Os Brasileiros em geral nunca gostaram do sistema automático, preferindo sempre o manual, mas agora com os novos motores e com as preocupações ambientais a caixa automática representa o futuro enquanto as caixas manuais farão parte do passado. 
Com a introdução dos carros híbridos e os eléctricos, o sistema passa a ser quase integralmente automático.

Portugal, ainda se encontra muito atrasado nesse processo, pois não há muita mão de obra especializada em caixas automáticas e as que existem, são de trabalhadores portugueses que se especializaram nos EUA, França e Alemanha. 
Infelizmente devido a falta de mão de obra especializada, os preços praticados em Portugal são exagerados.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Portaro

Imagem original: axclubnet


O Portaro foi um veículo todo o terreno produzido e desenvolvido em Portugal nos anos 70 e 80, com base no ARO romeno (O ARO 4x4 é um veículo todo terreno de fabricação romena, e que serviu de base ao Portaro), pela FMAT (Fabrica de Máquinas Agrícolas do Tramagal).
Concebido sobretudo para uma utilização intensiva, profissional, a maioria dos Portaros foi comprada e usada por bombeiros, autarquias e empresas agrícolas e de construção civil.
Entre os modelos produzidos em Portugal, podemos encontrar:
Portaro Campina 350
Portaro 280 dcm
Portaro 260
O Portaro foi distinguido a nível internacional pelas suas excelentes prestações como todo-o-terreno e fabricado pela Fabrica de Máquinas Agrícolas do Tramagal, este veículo, na versão Portaro FMAT 250 por exemplo, vinha equipado com um motor 2.500cc, infelizmente assim como o UMM, o Portaro não evoluiu e não recebeu apoios para o seu desenvolvimento.
Ao contrário do UMM, que teve ajudas do estado, o Portaro dependeu sempre de pessoas que lutaram pelo seu desenvolvimento e que conseguiram com muito esforço o desenvolvimento de um excelente produto, mas por causa de questões políticas, o fabrico do Portaro acabou.
Na história do automobilismo português podemos citar os anos 70 e 80, onde houve algumas experiências de produção em série e que têm relativo sucesso, como são os exemplos da União Metalo Mecânica (UMM), da Portaro e do pequeno Sado. Em 1977, a UMM obtém uma licença de uma marca francesa de automóveis e inicia a produção industrial de veículos todo o terreno.
Imagem original: Portal dos clássicos
Quem quiser ver mais: ESBOÇO HISTÓRICO